


to sem net =[


As vezes tenho medo de amar, medo de me apegar, de criar expectativas além do que devo. […] E essa insegurança vai, aos poucos, alimentando minha frieza. Vai me distanciando cada vez mais do amor. (Prisioneiro da Morte)

As vezes eu me pergunto se você ainda lembra de nossas brincadeiras, de nossas tardes felizes, de nossos demorados abraços apertados […] Me pergunto se você ainda pensa em nós, do modo que eu ainda nos imagino escrevendo nossa inacabada história de amor. (Prisioneiro da Morte)